10 de nov. de 2025
Alfonso Abrami
Pesquisa Deloitte/Piera aborda a adoção e as perspectivas em incentivos fiscais para inovação no Brasil. Maior parte das empresas que investem em pesquisa e desenvolvimento não utiliza incentivos fiscais, e burocracia é indicada como maior entrave.
A Deloitte e a Piera lançaram a pesquisa “Incentivo à P&D e competitividade – Conhecer e explorar os benefícios fiscais para a inovação”, em evento digital que aconteceu no dia 10 de março.
Trata-se de um estudo desenvolvido pela Deloitte com o apoio da Piera com o objetivo de conhecer e explorar os benefícios fiscais para a inovação a partir do Incentivo à P&D e competitividade na empresas.
Participaram do estudo 334 empresas, sendo 55% dos respondentes em cargos de conselho, presidência e diretoria.
Confira os principais insights abordados pela pesquisa:
Maioria das organizações pesquisadas realiza projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), mas apenas 30% utilizam incentivos fiscais para inovação na área;
Benefícios mais destacados pelos executivos são os financeiros (51% indicam maior capacidade de investimentos e 50% a redução de despesas com impostos), visando à melhoria de processos, a geração de empregos e o aumento da produtividade por meio da inovação;
Burocracia é indicada como o maior entrave para adesão aos incentivos, e pode impactar na decisão das empresas em aderir a benefícios que podem promover a sua competitividade;
52% do total das organizações respondentes apontam muitas premissas para usufruir como principal ponto negativo, seguido pela competição fiscal entre os entes (33%) e a dependência financeira gerada (29%).
Acesse o relatório: incentivo a P&D e competitividade
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